Indicadores na indústria: um olhar para além da produção

Indicadores na indústria: um olhar para além da produção

Quase todos – para não dizer “todos” – os indicadores de desempenho da indústria têm relação com a disponibilidade da tecnologia utilizada. Afinal de contas, um centro de produção sem as ferramentas que garantam escalabilidade e padronagem de processos, infelizmente acaba perdendo tempo e produtividade!

Para funcionar da maneira como se espera dela, a indústria demanda avanço, inovação e qualidade de insumos. Tudo para além disso são adições importantes, mas o crucial está nessa tríade. 

Os indicadores de resultado, de caixa, de produtividade, de risco, de gestão, de marketing e de vendas, para ficar apenas na seleção de alguns, vão apresentar números dependendo da tecnologia utilizada, do quão inovadora ela é e onde a matéria-prima está sendo buscada. 

É um tanto complicado fazer essa relação? Talvez seja, caso você esteja posicionando sua tríade na fonte errada. Tal qual a engrenagem de um relógio, o sucesso do funcionamento da primeira etapa – avanço tecnológico – depende da segunda – equipamentos inovadores –, que depende da terceira – qualidade dos insumos –, e assim sucessivamente. 

A principal forma de enxergar sentido nos indicadores da indústria para além da produção é considerar o todo, mas tratar cada etapa com a atenção que ela merece.

Vamos passar por cinco dos principais indicadores de desempenho industrial para ver, na prática, como isso ocorre:

#1 Número de produtos concluídos

Quanto sua indústria consegue produzir em determinado período de tempo? É essa a resposta que busca a métrica dos concluídos. O indicador pode ser utilizado na avaliação de setores específicos, de equipes ou turnos de produção – tudo vai depender do que a gestão pretende observar.

Sem a utilização de equipamentos de alta performance, os números podem ser assombrosos. Isso porque, como vamos ver na sequência, existe um efeito “bola de neve” na má utilização dos recursos ou no recurso de má qualidade.

De qualquer forma, a necessidade de tecnologia avançada, inovação de processos e materiais de qualidade são cruciais para que esse indicador demonstre crescimento empresarial.

#2 Tempo médio entre falhas

Por esse indicador o pretendido é analisar quanto tempo seus recursos ficam indisponíveis por causa de falhas humanas ou de maquinário, e qual é a razão para tal. Falhas sucessivas vão gerar longos períodos de inatividade e, consequentemente, uma baixa na produção.

Quando pensamos que, nesse ponto, só a inovação tecnológica é indispensável, nos lembramos que insumos satisfatórios fazem toda a diferença. Não adianta ter um parque industrial de ponta se a matéria-prima utilizada for de baixa qualidade.

#3 Nível de uso da capacidade instalada

Ok, você tem um conjunto de equipamentos indiscutivelmente avançado e insumos de qualidade e, mesmo assim, os índices de produção estão parados ou são decrescentes. Por que isso ocorre?

A resposta pode estar dentro do indicador de uso da capacidade instalada. Isso significa olhar para o cenário todo e entender o que está fazendo com que seu maquinário não seja utilizado plenamente. O custo operacional está alto? A equipe não tem o conhecimento necessário para operar determinada tecnologia? A capacidade está ociosa por conta de demora externa, como o de fornecedores de equipamentos novos ou de insumos?

Para evitar surpresas negativas, o planejamento estratégico voltado para a produção dentro e fora da indústria, considerando seus inúmeros relacionamentos comerciais, é essencial.

#4 Custo total de produção

Tudo isso nos leva a pensar que dispor de tecnologias avançadas, conceitualmente inovadoras e com insumos de primeira categoria vai custar caro, certo?

Nem sempre. 

Se você terceiriza o parque de equipamentos, por exemplo, você deixa custos inerentes à produção nas mãos de uma outra empresa. Estamos falando da compra de máquinas novas, manutenção nas que estão sendo utilizadas, o tempo entre retirar da empresa um recurso que estragou e receber um novo, entre outras possibilidades que impactam diretamente nos valores finais do produto concluído.

Quando é sua própria equipe a responsável por ficar de olho nisso e comprar equipamentos direto da fábrica, o processo pode, sim, ser bem oneroso. Por outro lado, optar pelo outsourcing desses equipamentos tira de campo todos esses gargalos – e pode ser, a longo prazo, uma solução ambientalmente sustentável, já que não há geração de lixo tecnológico na troca de maquinário.

Percebe, aqui, o potencial de formação da “bola de neve”? Quanto mais você internaliza questões operacionais fundamentais, mais tempo gasta para concluir um produto, que pode ir mais caro ao encontro do consumidor, que pode deixar de comprar justamente por isso, e menos recurso a empresa terá para reparar erros do parque de produção.

Portanto, para que esse indicador esteja sempre positivo, não deixe de buscar ajuda especializada na terceirização

#5 Margem de contribuição e lucro 

Por fim, mas não menos importante, o indicador de margem de contribuição é indispensável para o entendimento da margem de lucro.

A margem de contribuição é o quanto a indústria “contribui”, com os custos totais de produção, incluindo a força de trabalho, para realizar uma entrega. Para além desses números está a margem de lucro, que é o que a organização realmente lucra ao faturar os produtos.

Quanto menos disponibilidade seus equipamentos te dão, quanto mais falhas eles apresentam, mais encarecida ficará a margem de contribuição, o que diminui bastante a margem de lucro.

Ao fim do dia, mais uma vez, a tríade faz todo o sentido: avanço, inovação e qualidade de insumos também garantem que o potencial de lucro seja cada vez mais expressivo.

Terceirização de equipamentos = potencial completo de geração de lucro

Tudo isso posto, por que continuar comprando equipamentos se você pode, simplesmente, terceirizar a operação? A depender da atividade-fim da empresa, o investimento em outsourcing não só compensa como, também, se paga nos primeiros meses de utilização desse serviço.

Aqui, na TR Service, fazemos outsourcing de equipamentos fundamentais para a indústria, como impressoras térmicas, datadores, codificadores, além de etiquetas de identificação e soluções para rastreabilidade. 

Nosso principal objetivo é que sua cadeia de produção funcione sem paradas na produção, seja por falta de agilidade na aquisição ou necessidade de manutenção de equipamentos. É a partir dessa entrega que cumprimos a tríade de avanço tecnológico, inovação e qualidade de insumos para que sua equipe termine cada lote de produção com o potencial máximo de lucro! 

Quer saber mais? Fale com a gente! Nossos especialistas estão à sua disposição para um bate-papo! 

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